- 0
- 311 words
Consumidor de 54 anos questionou a quantidade registrada na bomba após abastecimento na Avenida Senador Alberto Pasqualini
Um motorista de 54 anos procurou a Polícia Civil após ser cobrado por 53,13 litros de combustível em um posto de Lajeado, apesar de seu automóvel possuir um tanque com capacidade máxima de 50 litros. O episódio ocorreu na tarde de quarta-feira (14), por volta das 16h30, em um estabelecimento localizado na Avenida Senador Alberto Pasqualini.
Conforme o boletim de ocorrência registrado na quinta-feira (15), o homem relatou que costuma abastecer no mesmo posto e que, naquela ocasião, solicitou ao frentista que completasse o tanque. Segundo ele, o veículo ainda tinha combustível e não estava na reserva.
O consumidor afirmou que realiza abastecimentos semanais e acompanha o consumo por meio de um aplicativo da rede de postos. Com base nesses registros, calculou que seria possível adicionar, no máximo, 42 litros naquele momento.
Ao conferir o valor cobrado, o motorista percebeu que a nota fiscal indicava o abastecimento de 53,130 litros. A quantidade supera em 3,13 litros a capacidade total do tanque informada no manual do proprietário do veículo.
Diante da diferença, o homem questionou os funcionários do estabelecimento. Segundo seu relato à polícia, os trabalhadores teriam reagido com risadas à reclamação.
Ainda conforme o registro, o consumidor foi informado de que poderia procurar a polícia e solicitar uma aferição da bomba, mas teria ouvido que a medida não produziria resultado.
Após o episódio, o motorista decidiu formalizar a situação na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Lajeado.
A ocorrência foi registrada como fato, em tese, atípico. O relato policial não estabelece, por si só, que houve irregularidade na medição ou na cobrança do combustível.